A primeira neve desse inverno

Esse vai ser um post de fotos porque eu tô com um olho fechado e outro aberto digitando aqui!

Hoje, eu acordei – cedo demais pra um domingo, diga-se de passagem – com as minhas filhas abrindo a minha janela pra me mostrar a neve!

Antes do café da manhã, elas já estavam na rua brincando.

Inclusive, a gente teve que descongelar o carro pela primeira vez também, já que é o primeiro inverno em que a gente tem carro!

Foi bem difícil porque choveu e nevou. A chuva fez uma camada grossa de gelo nos vidros!

Eu fiz dois vídeos toscos e mandei pro youtube (seria o começo de um canal?)!

O Heitor, cheio da energia de quem ainda não fez 30 anos, tentou andar de skate na neve e quase conseguiu! Esse é o parque aqui atrás de casa:

Essa é a vista da nossa janela pro parque…

Olha a diferença do outono:

Sim, eu estou feliz que o frio espantou os gansos! Claro!

Em minutos, as ruas tinham sido limpas pela prefeitura:

E o motivo de eu estar quase dormindo, digitando isso aqui é porque final de domingo é PURA preguiça… principalmente com esse friozinho lá fora e a noite caindo…

Dormir. Urgentemente. Dormir.

Domingo é domingo!

ZZZzzzzZZZZzzz

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Halloween 2017

Ano passado, nós “pulamos” o Halloween porque foi o dia da nossa mudança pra Ottawa e todas as nossas coisas já estavam encaixotadas! Foi um dia super corrido e, realmente, passou desapercebido. Sem graça! Totalmente!

Esse ano, agora que a gente mora perto de amigos, conseguimos sair com as crianças pra pedir doces na rua!

 

Elas adoraram, principalmente porque a gente foi buscar a Alice e elas amam muito a tia Manu! ( Faltou tu, Bianca! E a Lívia!)

Todas as pessoas se derretiam quando viam essas 3 guriazinhas do mesmo tamanho pedindo doces na porta! E todo mundo que estava participando da brincadeira era MUITO querido e atencioso com as crianças! Fiquei com medo que tentassem assustar elas na rua, mas nada! Super tranquilo!

O código era ter ao menos uma abóbora com luz na porta. Isso significa que na casa tem doces. Quando a abóbora apaga, é porque os doces acabaram!

Além disso, tinha casas (na verdade, eu só vi uma) com uma abóbora azul clara.

A abóbora azul clara significa que, naquela casa, eles têm presentes alternativos pra crianças – que não sejam doces – pro caso da criança ter alguma alergia, intolerância, diabetes ou qualquer outra coisa relacionada a comida. Na casa com a teal pumpkin, elas ganharam lápis temáticos de Halloween e borrachas temáticas também!

O moço que abriu a porta da casa com a abóbora azul e a filha estavam fantasiados – eu fiz vídeo! quando eu organizar o Canal, provavelmente eu coloque o vídeo ali -.

Ficar em casa fantasiada esperando as crianças é a minha meta pro ano que vem! Cada ano a gente dá um passinho em direção à normalidade!

Essa moça, por exemplo, ficou sentada na porta de casa, vestida de bruxa:

Os ítens de Halloween estavam com 70% de desconto no Michael’s um dia antes do Halloween!

Obrigada, Manu, por ter chamado a gente pra ir pedir doces! Foi o nosso primeiro Halloween de verdade!

=)

Agora que o Halloween acabou, é oficialmente NATAL! Eu já não aguentava mais esperar!!!

\o/

Beijos pra quem nos acompanha!

Beijo, Bia!

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Mais um post sobre dias chuvosos.

Não é novidade pra quem me conhece há mais de 5 minutos que eu amo chuva (o meu marido acha que é porque chuva lembra Rio Grande – haha). Mais particularmente, eu amo o efeito sombreado-azulado dos dias que chuva que lembram o filtro de Crepúsculo, como eu contei no post sobre o quarto da Bella na saga. (eu quis dizer “MAIS” mesmo, e não “mas”, tá?)

É muita paixão pela preguiça. Certamente! E esse ano tem me presenteado com dias chuvosos perfeitos aqui em Ottawa! Eu acho que isso está acontecendo pra compensar o primeiro ano da gente aqui, quando não choveu absolutamente NUNCA e eu tava quase indo embora pra Vancouver de tanto que eu precisava sentir cheiro de ozônio! Dizem que chove muito em Vancouver. Muito mesmo.

É engraçado que as minhas pequenas *super* entram nesse clima de “lazy sunday”comigo, o que me deixa feliz porque eu vejo que elas gostam de brincar dentro de casa como eu gostava!

Outra coisa que eu gosto de dentro de casa são as janelas que te mostram alguma coisa interessante, principalmente o azul do céu ao entardecer, que é a minha hora preferida do dia. Morei muitos anos com vista pra uma parede e um dos objetivos da minha vida era ter uma janela pra olhar!

Aqui uma foto da janela do quarto de briquedos:

E algmas do entardecer…

Talvez “caseira” seja uma boa definição pra mim, apesar das aventuras de bicicleta por aí.

Eu acredito bastante que a nossa casa deve refletir a nossa personalidade e que TUDO ali dentro por influenciar o teu humor, entusiasmo, e definir realmente quem tu te tornas. Então, dentro de casa, eu prezo muito pela sensação de conforto-alegre. Só prezo, né? Porque a realidade no momento é só bagunça mesmo.

Pra quem não sabe, “triste”, pra mim consiste em só coisas extremamente monocromáticas numa casa e organizadas ao extremo. Casas alegres têm brinquedos! Ou cores (não-saturadas, por favor!)!

A minha casa sempre foi cheia de brinquedos e hoje em dia é ótimo que eu tenho as meninas como desculpa pra tê-los espalhados por tudo (mas já aviso que elas vão crescer e os brinquedos vão continuar…)!

Mas isso não significa que eu não goste da rua (um pouco)! Olha que coisa bonita essa foto de hoje de manhã:

As luzes brilham mais e refletem no chão, todas as cores ficam em tons mais pastel e harmônicas entre si e tem todo um mistério no ar causado pela ausência de exposição extrema que a luz excessiva do sol nos tráz.

Eu fiquei igual a uma idiota tirando fotos da chuva que não dizem absolutamente nada, mas que eu acho lindo! Vai entender…

Porque é lindo, ora bolas… não é?

E assim, o final de semana foi passando. A temperatura caiu bastante e as minhas pequenas foram pra rua procurar a lua…

Cheguei no trabalho hoje, e encontrei um presente em cima da mesa, de um colega que sabe que o meu marido gosta de jogos e disse que não usava mais.

Não vou nem discutir, né?

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Preguiça de Domingo à noite e a casa do Ursinho Pooh

Amanhã é feriado aqui e hoje choveu o dia inteiro! Na minha cabeça, eu ía passar esses 3 dias na frente da televisão, estudando francês e atualizando o blog!

Esse sonho durou mais ou menos o tempo de tirar essa foto e eu já fui arrumar a casa…

Então eu notei que essa foto era a cara dos desejos mais profundos da minha alma!

Sendo o ser eternamente cansado que eu sou -e ao mesmo tempo apaixonada por decoração e desenhos de todos os tipos- eu me peguei reparando nos elementos que tornam as cenas da vida aconchegantes pra mim. Entre eles:

  • As cores em pastel – cores saturadas quebram o clima!
  • Os tecidos em xadrez, de preferência não-lisos (Gente, eu não sei nome de tecido. Minha mãe sabe TODOS! Vocês entendem o que eu quero dizer por não-lisos? Tecidos quentes! Fez sentido?)
  • A madeira;
  • A meia-luz;
  • As roupas-que-não-me-apertam ;
  • Poluição visual na medida certa.
  • A chuva lá fora (eu amo chuva um pouco demais)!

Já que a minha casa não tá nem um pouco perto de estar devidamente decorada, deixa eu explicar com imagens da internet:

Xadrez, madeira e meia-luz para conforto:

A poluição visual na medida certa é o motivo pelo qual a primeira cozinha faz eu me sentir legalzinha-até e a segunda faz eu me sentir em casa. Observa:

Agora, a terceira já faz eu me sentir na casa da minha mãe:

Eu luto bastante pra não causar essa poluição na minha cozinha, mas infelizmente TODAS AS CANECAS DO MUNDO e TODOS OS POTES DE BISCOITO DO MUNDO me chamam a atenção… e eu acabo caindo na minha própria armadilha!

O que fazer nessa hora? Bom, ao menos tentar coordenar um pouco as cores! Se além de poluído estiver colorido (descoordenadamente) é um caso perdido mesmo!

Nesse clima de preguiça e conforto, eu acabei chegando à conclusão de que eu seria bem feliz na casa do ursinho pooh!

Como o meu cérebro pulou do xadrez pro pooh? Ah, isso já é um mistério!

Olha como a disney é boa de meia-luz, madeira e conforto:

Tá com sono, já?

Eu, sim! O desenho inteiro do pooh me dá preguiça… eu adoro a combinação de cores e os traços que realmente parecem feitos à mão:

Mas nenhum desenho no mundo me dá tanto, tanto, tanto sono quanto aqueles em que o Donald não consegue dormir:

Cansada, eu? Nesse momento? Imagina! Cheguei ao cúmulo de fazer um post inteiro dedicado ao sono…

Mas olha pela minha janela e vê se essa chuva e esse tom azul maravilhoso do céu não são um convite à preguiça?

Enquanto a chuva caía, a gente brincava com o trem no quarto (durou uns 10 minutos, claro…)

Acho que essa preguiça toda que eu tô sentindo é a minha forma de homenagear a Gab que vai ser mãe em alguns dias (ou horas!) e eu tô aproveitando pra lembrar o quanto é BOM ter crianças que dormem a noite toda e poder voltar a curtir o barulho da chuva!

Gab, uma boa “hora” pra ti e pra Lara e quando a falta de sono estiver fazendo tu teres vontade de abrir a cabeça do Flávio e comer o cérebro dele lentamente com uma colher… lembra que daqui a pouco vocês vão estar brincando de trem num dia de chuva!

Beijos nossos pra vocês!

Durmam bem todas as mamães, papais e seus bebês!

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A primeira viagem em família – Montreal

Por mais que eu tenha passado 30 anos da minha vida sonhando em sair do Brasil, quando isso acontece de fato, não é tão simples quanto parecia ser em teoria. Acostumar com um local novo, por mais lindo que ele seja, é complicado.

Ontário é incrível, certamente. Seguro. Fácil de viver. Foi a nossa primeira opção aqui no Canada ( Tanto que eu mal havia pesquisado sobre o Quebec, já que o nosso processo não nos permitia ir direto pra lá).

Acontece que, um belo dia, quando eu trabalhava em Ajax, num horário de almoco qualquer  eu resolvi colocar “Montreal”  no google. Acreditem, eu mal sabia o que Montreal tinha a oferecer.

Precisei de 30 segundos olhando para aquelas imagens pra me emocionar. Comentei com a minha amiga Roberta (que sempre me levava de carona) e nunca mais tirei a cidade da cabeça.

No final de semana passado, nós finalmente visitamos Montreal.

Foi mágico.

Foi um filme.

Eu senti, finalmente, uma vontade muito grande de pertencer `aquele lugar. Por mais que Ontario fosse linda, nunca teve aconchego ou “cheiro de casa” pra mim. Montreal fez eu me sentir viva, provavelmente por ter mais cara de Brasil -por mais absurdo que isso soe -.

Eu atribuo essa familiaridade ou “cara de brasil” à presença da igreja católica – que é muito marcante – e a alguns outros fatores.  Por mais que nós não frequentemos igreja alguma, essa presença faz as ruas serem muito familiares. Os paralelepípedos no chão da cidade antiga, as possibilidades infinitas e a ausência de monotonia das fachadas tambem me atraem bastante!

Preciso mencionar também que eu achei uma pilha de velharias e uma infinidade de bugigangas – coisas que eu amo infinitamente, assim como o meu sogro! Oi, Sílvio! Olha a polaroid, FUNCIONANDO:

A questão é que sair de casa e abandonar tudo que te e familiar é difícil, mas encontrar uma casa nova não é impossível, mesmo depois dos 30!  E aquele sonho que eu tinha de chegar num lugar e sofrer de um encanto instantâneo se realizou!

Não sei se em algum momento acabaremos indo pra lá ou outro lugar de Quebec, mas foi muito bom cheirar os paralelepípedos e as igrejas! E é, sem dúvida, confortante saber que esse lugar tao encantador fica bem aqui do lado!

As gurias, por sua vez, adoraram o show que a gente conseguiu ver ao vivo da janela do hotel! Depois elas cansaram e resolveram fazer ” pose de modelo ” pras fotos…

Aqui, mais algumas fotos da cidade antiga:

 

Reparem:

Voltaremos, Montreal! Voltaremos!

Até a próxima aventura , povo! Saudades de vocês, sempre!

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