A casa de Esqueceram de mim ( Home Alone ) – Parte 1

Eu jamais saberia por onde começar a falar sobre essa casa, esse filme e o impacto que eles tiveram sobre o meu sonho de infância de morar em um lugar onde o Natal tivesse essa cara.

Eu sou completamente apaixonada, não pela casa milionária, mas pela sensação que é transmitida enquanto eu assisto esqueceram de mim. Ver a neve cair no Natal e reunir a família ao redor das luzes que piscam, pra mim é a mágica da vida real.

E agora, finalmente, é Natal! E Natal pede o Kevin (Macaulay Culkin) -desde 1990!

Pesquisando a capa, eu achei interessante ver que o título do filme em francês é “Mamãe, eu perdi o avião” – o que funciona para os dois filmes bem certinho!

Mas o meu foco aqui é a casa, sempre! A casa de “Esqueceram de mim” (título original: “Home Alone”) é a minha preferida da história do cinema! E tantas coisas já foram ditas, escritas e exploradas nesses 27 anos desde o lançamento do filme, em 1990, que eu demorei muito tempo pra conseguir abordar essa casa da maneira que fosse interessante pra mim!

Por isso, pra esse post – que eu passei uns 3 anos ensaiando – eu fiz coisas especiais e eu acredito que eu vá dividí-lo em 2 partes. Talvez em 10!

A primeira coisa que eu fiz, foi desenhar a fachada! Poder clicar na foto pra baixar a versão ampliada!

Pra quem se interessa pelo processo e quiser pintar sua própria fachada, pode baixar o PDF aqui!

Eu estava bem contente com a minha casinha, até descobrir que existem profissionais de verdade que tinham feito um poster muito legal e o meu desenho passou a ser uma grande cacaca. Observem:

Essa é a diferença entre ser pago pra passar o dia inteiro fazendo algo e desenhar em vários intervalos de 10 minutos, sentada no banheiro, enquanto tu espera as tuas filhas de 3 anos fazerem o que elas têm que fazer depois de ter trabalhado 8 horas!

Informação demais?

Bom, mas o importante é que eu não desanimei e eu gostei bastante da minha versão também! Apesar da pobreza de detalhes! =/

Então… eu não teria conseguido desenhar a fachada se eu não tivesse desenhado as plantas, né? No post seguinte, essa planta vai ser repetida, mas com mais informações!

Aqui, a versão “limpa” da planta-baixa. E, sim! A fachada encaixa perfeitamente na planta.

Dá pra ver que o Kevin acertou bem quando ele desenhou a plantinha no filme!

Como é um filme de Natal, TU-DO nele é verde e vermelho ao extremo! Incluindo a roupa dos figurantes, os pacotes que as pessoas carregam, realmente TUDO – começando pela fachada de tijolos avermelhados com esquadrias verde-escuras e brancas!

Reparem que como há muitas janelas, a unidade das cortinas se torna muito importante. Imagina que carnaval seria olhar pra cada uma dessas janelas e encontrar cores e estampas diferentes! Isso acontece muito nas casas que eu observo andando pela rua. Funciona do lado de dentro, mas o efeito visual externo não é dos melhores!

As paredes da casa trazem um verde um pouco saturado com tapetes vermelhos escuros e lisos no corredor.

As flores também acentuam a combinação Natalina!

Foto 1: O corredor.

Foto 2: A escada para o sótão. 

Foto 3: O banheiro de cima.

Eu falei que a casa era muito verde e vemelha, já?

Foto 4: O mezanino principal

Foto 5: O corredor principal

Foto 6 – O hall

Foto 7 : A escada – A gente enxerga outras cores, mas reparem como até a roupa dos personagens e a mala estão sempre em tons de verde + vermelho + neutro. O quadro na parede consegue ter a moldura e a arte com essas cores também! É um trabalho extremamente minucioso!

Foto 8: A sala do piano

Foto 9: A sala de estar

Foto 10:  A sala de jantar

OLHA!!! Um papel de parede! Esse, com certeza eu usaria de verdade na minha!

Foto 11: A vista da sala de estar para a sala de jantar

Foto 12: O porão

Fotos 13 a 17 – A cozinha:

Fotos 18 a 23 – O quarto principal: Reparem que como o papel de parede e as cortinas são MUITO estampados e os móveis muito rebuscados, eles optaram por manter as roupas de cama e tapetes lisos pra equilibrar um pouco. Mas sim, claramente continua exagerado – o que funcionou perfeitamente pro filme.

Fotos 24 e 25 – O quarto do Buzz:

 

Foto 26 – O sótão: 

 

Foto 27 – A vista para o Hall

Fotos 28 e 29 – Close dos tapetes e papel de parede na sala de estar

 

A localização exata da casa (que foi apagada do google maps provavelmente pra manter a privacidade) é essa aqui:

https://www.google.com/maps/place/671+Lincoln+Ave,+Winnetka,+IL+60093,+USA/@42.1096617,-87.7346673,282m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x880fc4f69986bd23:0x4de87dfec1eff90a!8m2!3d42.1097278!4d-87.7336614

Até as casas da volta ficam difíceis de reconhecer devido à censura do Google!

Eu entendo perfeitamente que a casa seja uma propriedade privada… mas quem compra a casa de “Esqueceram de mim” – que foi vendida há pouco tempo – já deveria mais ou menos calcular que o turismo existiria, né?

Assim que eu ganhar na loteria, compro essa casa, deixo ela inteira igual ao filme e abro pra exposição, tá?

Mentira. Vou precisar morar nela quando eu comprar….

Esse post continuará na Parte 2.

FINALMENTE É NATAL!

Beijos, beijos!

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A primeira neve desse inverno

Esse vai ser um post de fotos porque eu tô com um olho fechado e outro aberto digitando aqui!

Hoje, eu acordei – cedo demais pra um domingo, diga-se de passagem – com as minhas filhas abrindo a minha janela pra me mostrar a neve!

Antes do café da manhã, elas já estavam na rua brincando.

Inclusive, a gente teve que descongelar o carro pela primeira vez também, já que é o primeiro inverno em que a gente tem carro!

Foi bem difícil porque choveu e nevou. A chuva fez uma camada grossa de gelo nos vidros!

Eu fiz dois vídeos toscos e mandei pro youtube (seria o começo de um canal?)!

O Heitor, cheio da energia de quem ainda não fez 30 anos, tentou andar de skate na neve e quase conseguiu! Esse é o parque aqui atrás de casa:

Essa é a vista da nossa janela pro parque…

Olha a diferença do outono:

Sim, eu estou feliz que o frio espantou os gansos! Claro!

Em minutos, as ruas tinham sido limpas pela prefeitura:

E o motivo de eu estar quase dormindo, digitando isso aqui é porque final de domingo é PURA preguiça… principalmente com esse friozinho lá fora e a noite caindo…

Dormir. Urgentemente. Dormir.

Domingo é domingo!

ZZZzzzzZZZZzzz

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Família Moose

Por que as pessoas fazem as coisas, afinal?

Eu desenho porque eu gosto de desenhar. Porque me acalma. Porque, naquele momento, ver o resultado do meu desenho parece algo muito importante e todos os outros problemas do mundo ficam tão pequenos que eu até esqueço.

E, sabe?  Nem fica bonito, às vezes. Principalmente comparado aos desenhos que a gente vê hoje em dia. Na maioria delas, inclusive, eu nem finalizo… tipo hoje, quando eu comecei a desenhar a nossa família na versão alce.

Fiz ele pra ilustrar a categoria “Família no Canadá” aqui do blog . A ideia era desenhar um alce fofo, assim, bem croqui… mas eu acabei achando ele muito solitário e desenhei nós todos.

O tempo começou a apertar e as sombras ficaram de qualquer jeito, mas se eu não corresse, talvez nunca voltasse a desenhar eles.

 

É, talvez eu transforme eles em vacas ou ovelhas amanhã e tente de novo – se der tempo – já que os bebês alce ficaram com uma baita cara de macaco e todo mundo sabe que ALCE + ALCE = MACACO é uma equação meio bizarra.

Enquanto isso, eu uso os meus desenhos toscos como capa do facebook, às vezes… então, caso te agrade, fique à vontade =)

Comentário da minha mãe:

“Tu não vai fazer olhinhos nos pequeninos?”

Comentário do meu marido:

“Parece que os pequenos tem chifres. Tira isso!”

Nada como o apoio da família!

Sonho/Meta da minha vida:

E o teu dia? Foi produtivo como o meu?

Beijos!

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Nostalgia

Às vezes eu me pego no mercado livre buscando brinquedos dos anos 80…

Acontece que, hoje em dia, eu não tenho como revirar uma gaveta que e não toco há muito tempo e encontrar um brinquedo que ficou esquecido ali. E, por mais que essa aventura de imigrar pra outro país seja muito divertida, a gente se sente meio perdido, sem referência, sem saber pra onde ir quando sente medo, quando as tuas filhas adoecem, quando tu precisas de um botão ou de um amigo de infância.

Então, eu sempre peço minha mãe trazer alguma coisa que ficou pra trás nas malas dela. Alguma coisa que tenha valor só pra mim.  Porque toda vez que eu olho pra minha quem-me-quer azul, eu lembro do Natal de quando eu tinha 4 anos. Eu lembro exatamente como eu estava me sentindo no dia que eu ganhei ela. E isso me faz feliz.

Ver os meus brinquedos antigos me faz entender que as coisas ainda são uma continuação do que eram. Que aquela vida de antigamente também era minha e que agora estamos todos nós aqui. Os meus brinquedos fazem eu me sentir em casa porque eles são a referência mais antiga de algo palpável que eu tenho.

Ah, sim. E eu adoro brinquedos.

Tudo isso pra mencionar que quando eu visitei o blog da Clayci ontem, o “saidaminhalente.com” e vi os leõezinhos do Kinder Ovo eu fui magicamente teletransportada pra sexta série, quando todo mundo já estava virando adolescente demais pra ligar pra kinder ovo e eu tava ali… torcendo pra abrir o meu e achar um leãozinho!

Ela fez um ensaio lindo com eles – porque tudo que ela faz é MUITO legal – e eu fui lá pedir pra usar uma das fotos aqui como ilustração! Visitem aqui: http://saidaminhalente.com/leoezinhos-kinder-ovo-leoventuras/

E foi assim que, numa terça-feira de Novembro, eu gastei 40 reais no mercado livre  pra comprar a coleção com 9 dos 10 leões! Algum ser humano inocente não-sabe o quanto isso representa pra mim – pra minha sorte – e eu vou ter a minha coleção de volta!

O-bá!

\o/

Hoje, eu tento cuidar dos brinquedos das minhas filhas (e alguns eu compro de faz-de-conta que é pra elas) porque eu penso que se eu tivesse todos os meus (ou muitos deles) seria muito legal…

Espero que um dia elas sintam o mesmo!

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Halloween 2017

Ano passado, nós “pulamos” o Halloween porque foi o dia da nossa mudança pra Ottawa e todas as nossas coisas já estavam encaixotadas! Foi um dia super corrido e, realmente, passou desapercebido. Sem graça! Totalmente!

Esse ano, agora que a gente mora perto de amigos, conseguimos sair com as crianças pra pedir doces na rua!

 

Elas adoraram, principalmente porque a gente foi buscar a Alice e elas amam muito a tia Manu! ( Faltou tu, Bianca! E a Lívia!)

Todas as pessoas se derretiam quando viam essas 3 guriazinhas do mesmo tamanho pedindo doces na porta! E todo mundo que estava participando da brincadeira era MUITO querido e atencioso com as crianças! Fiquei com medo que tentassem assustar elas na rua, mas nada! Super tranquilo!

O código era ter ao menos uma abóbora com luz na porta. Isso significa que na casa tem doces. Quando a abóbora apaga, é porque os doces acabaram!

Além disso, tinha casas (na verdade, eu só vi uma) com uma abóbora azul clara.

A abóbora azul clara significa que, naquela casa, eles têm presentes alternativos pra crianças – que não sejam doces – pro caso da criança ter alguma alergia, intolerância, diabetes ou qualquer outra coisa relacionada a comida. Na casa com a teal pumpkin, elas ganharam lápis temáticos de Halloween e borrachas temáticas também!

O moço que abriu a porta da casa com a abóbora azul e a filha estavam fantasiados – eu fiz vídeo! quando eu organizar o Canal, provavelmente eu coloque o vídeo ali -.

Ficar em casa fantasiada esperando as crianças é a minha meta pro ano que vem! Cada ano a gente dá um passinho em direção à normalidade!

Essa moça, por exemplo, ficou sentada na porta de casa, vestida de bruxa:

Os ítens de Halloween estavam com 70% de desconto no Michael’s um dia antes do Halloween!

Obrigada, Manu, por ter chamado a gente pra ir pedir doces! Foi o nosso primeiro Halloween de verdade!

=)

Agora que o Halloween acabou, é oficialmente NATAL! Eu já não aguentava mais esperar!!!

\o/

Beijos pra quem nos acompanha!

Beijo, Bia!

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