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Filme: ” Uma noite de aventuras” e papel de parede

Eu lembro vagamente dos anos 80 (nasci em 1982) e eu acredito que grande parte da minha memória dessa época tenha sido criada, na verdade, na década de 90, assistindo a sessão da tarde!

Sabe, crianças… acontece que, naquela época, quando um filme era lançado nos USA, demorava UM CERTO TEMPINHO pra ele chegar nas locadoras e mais ainda pra chegar na TV! E , quando chegava, era repetido 1498597 vezes ( o que não era um problema… porque eram ótimos! )

Inclusive, até hoje eu tenho um carinho tão grande pelas comédias dos anos 80, que eu procuro colecioná-las!

Hoje eu vou enfatizar um pequeno quarto de um filme que sempre coloca um sorriso no meu rosto: “Uma noite de Aventuras” ou “Adventures in babysitting” de 1987!

Por sinal, esse filme foi dirigido pelo Chris Columbus, que é um gênio e, no futuro, participaria de uma série dos meus filmes preferidos como “Esqueceram de mim”, “Harry Potter” e até “The help” e “Tallulah”! (Avisei que ele era genial!)

Pra quem ainda não lembrou de qual filme eu estou falando, é esse aqui:

Lembrou agora?

Pois então! No início do filme, a Chris aparece dançando no quarto dela e esse quarto sozinho é a minha peça preferida!

Acontece que eu sou a-loka do papel de parede como eu já contei nesse post aqui! E esse do filme é o meu estilo preferido!

Tentei pegar ele mais de perto e podemos perceber que ele tem muitas cores:

 

Sim, ele é cheio de informação e provavelmente cansativo, por isso, cuidado! Tem que gostar muito! Valendo lembrar que – principalmente no Brasil com a umidade – a vida útil de um papel de parede é de mais ou menos 7 anos!

As imagens mostram que há uma hamornia (que deve haver sempre!) entre todos os papéis de parede da casa. Por mais que ele tenha muita informação, a paleta de cores foi seguida até com a troca de padrão do papel como a gente nota no corredor:

 

Os posters colados na parede nem precisaram de moldura:

  1. Por ser um quarto de adolescente
  2. Novamente, pelo número de informações que o papel de parede tráz.

Sim, é um quarto feminino ao extremo. Mas adivinhem? Eu sou mulher e eu gosto de cor-de-rosa. Meu marido parece não ligar muito pra nossa colcha cor-de-rosa…

Falando em colchas bonitas, eu gostei dessas, mãe:

Desculpem o apelo, mas funcionou. Minha mãe me deu a colcha! Agora posso prosseguir:

Reparem que mesmo sendo um filme de 1987, o quarto clássico – tirando os acessórios na penteadeira – ainda tráz muitos elementos que são usados nos dias de hoje. Esse estilo provençal é realmente atemporal!

Reparem também que a cortina, a cúpula do abajour e a colcha são todos lisos pra não sobrecarregar com estampados:

 

Eu teria arrematado esse teto com gesso… mas isso é um problema meu!

E, bem quando eu achei que eu só veria um lado desse quarto lindo, eles me presentearam com essa cena:

 

O papel de parede é tão marcante que ele faz com que as roupas coloridas não quebrem o padrão de cores da peça. Em alguns filmes – e principalmente nas revistas de decoração – as pessoas  “forçam” muito uma combinação de cores usando roupas da mesma paleta dos móveis. Assim:

Aí a gente tenta arrumar o armário e NUNCA vai ficar assim… porque as nossas roupas têm mais de uma cor, né? Por isso (mais uma vez eu digo) que eu prefiro os filmes e seus guarda-roupas mais próximos do real:

 

Que quartinho bem lindo! E, pra quem é fã dos filmes dos anos 80 como eu, eu descobri dois sites muito legais enquanto pesquisava:

https://meuqiabaixodezero.blogspot.ca/2015/04/filme-do-dia-adventures-in-babysitting.html – em português

http://torontoist.com/2016/10/where-adventures-in-babysitting-was-filmed-in-toronto/ – em inglês

 

E, pra quem quer um papel de parede florido, a minha coleção preferida chama-se ” Abbey Rose” ! Aqui, alguns exemplos dela:

  

Meus preferidos:

Eu avisei que eu gostava MUITO de papel de parede!

Até a próxima casa!

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Vamos visitar a Carrie

Quando eu tinha 20 e poucos anos, “Sex and the city” não fazia o mínimo sentido pra mim. Quando eu fiz 30, me apaixonei pela Carrie.

Tudo bem, ela é bobinha (e provavelmente pisciana) mas por ser escritora, trabalhar de casa e poder ficar acordada até tarde todas as noites, ela passa uma sensação de férias eternas que é completamente a utopia da minha vida. Sim, eu sou uma pessoa noturna e eu sofro MUITO por ter que funcionar pela manhã.

Na verdade, no filme tem uma cena que traduz o que é “felicidade” pra esse ser eternamente preguiçoso que vos fala:

Em um pijama confortável, a pessoa pega seu miojo e caminha até a cadeira, onde ela assiste um filme antigo. De repente, ela para e senta em frente ao computador, enquanto a neve cai lá fora sobre a cidade que dorme.

Coloca o meu marido e as minhas filhas em algum lugar dessa cena e PRONTO! Jamais compreenderei as pessoas que precisam de mais do que isso!

 

Sendo uma pessoa clássica (que eu acho que eu sou, às vezes) eu prefiro o apartamento original da carrie. Que é esse aqui:

Essa perspectiva não fui eu quem fez. Foi alguém que não tem filhos.

Aqui, o quarto da Carrie, como aparece em várias temporadas. Meu detalhe preferido é o telefone antigo, obviamente! Eu gosto também da maneira como a cama dela parece ser muito fofa. Enfim, o look desse apartamento é pra ser confortável, convidativo. Não é luxuoso e não te intimida. Ele também é de uma certa “adolescência tardia” . É a cara da personalidade da Carrie – que gastou todo dinheiro em sapatos e não na decoração.

Notamos também o acervo infinito de revistas e livros, já que a personagem é escritora. Em cada canto perdido do apartamento, tem uma escrivaninha e vários livros.

Uma das características dessa personagem é ter uma cozinha meramente ilustrativa em casa. A cozinha não é o foco, mas, de novo é mais um detalhe que descreve de maneira precisa a personagem!

E aqui, a sala – que não é pra ser nada demais, mas eu confesso que eu gosto do móvel dos anos 80 e do tapete azul!

O banheiro é “ok”… ficou um pouco bagunçado demais na minha opinião, mas, novamente, a Carrie é uma adolescente de quase 40 anos.

Aqui algumas outras cenas que mostram pequenas variações na mobília:

Para o filme, o apartamento sofreu uma pequena repaginada, antes da reforma total. Que mostra a maturidade da personagem (e o dinheiro) chegando. É legal brincar de “jogo dos 7 erros” com o apartamento da série e do filme. E eu acho que a  versão apartamento-inicial-do-primeiro-filme é a minha preferida.

Note as atualizações:

1 .as cortinas floridas;

2. tapete florido;

3. o espelho acima da cômoda;

4. colcha azul clara;

5. o abajour e a luminária alta brancos (eu não gostei e também não gostava dos antigos…);

6. a cor das prateleiras com os livros na entrada…

Perdi algum?

Foi revendo o filme que eu encontrei até um erro de sequência. Reparem nessa cena:

Carrie dança com a porta do banheiro fechada. No close a seguir, a porta está aberta, e, quando ela vira… a porta está magicamente fechada novamente. ha-ha!

Falando em closet, essa é uma parte que não vai mudar muito com a renovação e que é praticamente o FOCO da personagem!

Closet antigo:

Closet novo:

Fora o closet, depois disso, algo muito triste acontece… dizemos adeus ao apartamento clássico da Carrie e ele é substituído por uma coisa azul horrenda:

Uma Carrie madura, senhora, casada, rica, responsável…

Um apartamento certinho demais, limpo demais, intimidante e que não te convida a tirar os sapatos, sentar no chão e comer pipoca de pijamas e sim a sentar com um vestido justo e desconfortável em uma cadeira que não afunda. Não, não me apetece. Nem sempre o bonito é a melhor opção – pra mim, claro!!!

Alguém também fez uma perspectiva dessa versão nova do apartamento:

Adoro visitar a Carrie! E para os sortudos que vão passear em NY, o endereço da fachada utilizada na série (que é muito visitado e inclusive parece que os donos tiveram que colocar uma placa de “por favor não tirem fotos aqui”) é esse aqui: 66 Perry Street

Até a próxima!

 

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Dias de chuva e revendo Crepúsculo em pleno 2017

Esse tem sido um verão chuvoso aqui em Ottawa… e vai continuar sendo, aparentemente:

Talvez esse parágrafo seja uma decepção pra alguns, mas eu torço pra que a chuva não pare. Sim, eu amo a chuva e vou reclamar eternamente do calor e dos dias de sol infinitos que me assombraram nessa terra durante mais de um ano!

Eu tenho certeza que eu passei mais de um ano sem ver CHUVA. Foi uma tortura.

Eu amo uma tempestade barulhenta, o vento assobiando, a água batendo na janela, o cheiro de ozônio,  e, principalmente, o efeito visual dos dias nublados que é como se fosse um filtro cinza-azulado em todas as cores que faz os paralelepípedos brilharem e todas as luzes refletirem no chão. 

Entendem do que eu estou falando? Disso aqui, povo:

Que na vida real é diferente (como mostra a imagem abaixo), mas a gente romantiza o mundo e fica tudo certo!

 

Enfim, eu fiquei tão (mas tão) feliz com os dias azulados que se fizeram presentes aqui, que eu precisei assistir “Twilight” de novo e prestar atenção nos detalhes das casas!

Como eu já falei, eles abusaram do filtro, que deu um aspecto romântico, dramático e misterioso para as cenas. Aliás, esse filme é como o instagram, cria uma realidade paralela onde tudo é “mais” (MAIS azul, MAIS romântico, MAIS forte, MAIS intenso) e faz parecer que a vida real é inifitamente sem graça. É um perigo e pode, de fato, fazer as pessoas se sentirem mal em relação à própria vida por tentarem seguir padrões que não existem… mas eu amo esse efeito!

 

Dentro dessa fantasia, um detalhe real que eu achei legal é que a história se passa no estado de Washington, que realmente é um dos locais mais chuvosos dos USA e onde o céu está quase sempre cinza… porque no sol o Edward brilha, né? ha-ha

A localização dos sets (as casas, o colégio, as ruas…) acabou sendo em Oregon, que fica abaixo de Washington e tem essa mesma característica.

Aqui, a casa do pai da Bella:

E aqui, a casa na vida real (de repente se a foto fosse tirada ao entardecer ficaria mais próxima ao filme!)…

O endereço:

184 South 6th Street
St. Helens, Oregon

A casa não tem nada demais, mas ela é confortável e o filme em si é super envolvente – até pra mim que sou uma quase-senhora de idade!

Aqui, alguns detalhes do quarto da Bella, onde os meus preferidos são:

  1. O mural de cortiça
  2. Os discos de vinil na parede
  3. As luzes secundárias (abajour e luzinhas “de Natal”)

Eu gosto também das referências indígenas e do presente que o Jacob dá pra ela! – e não, eu não digo isso só porque o meu marido também é descendente de nativos e eu olho o mundo com o meu próprio filtro!

Já lutei muitas vezes pra conseguir essa maldita cor na parede e, SEMPRE que eu tento um verde-azulado, a casa fica com cara de hospital. A única vez que eu consegui um azul agradável foi quando eu usei o “Branco Lagoa” da coral que não tem nada a ver com o quarto da Bella, que estaria em algum lugar por aqui:

Procurei então por fotos com iluminação natural do set, e fiquei entre o “paz interior” e o “clube aquático”, ainda sem certeza, mas definitivamente não acho que as paredes sejam azuis, como narradas no livro.

Acho que elas são verdes e o VERDE + FILTRO =EFEITO AZUL PARA O FILME.

No segundo filme, chega ao quarto da Bella essa peça maravilhosa, que é o espelho antigo (se ele aparece no primeiro filme, lamento, eu não vi):

 

Eu gosto particularmente desse quadro de leão rosa na parede… porque eu gosto de quadros infantis e desse abajour:

E claro, sempre as luzinhas de Natal…

Aqui, o edredon roxo que ficou famoso…

E aqui, o povo se esmerando pra conseguir o “look” de twilight com o edredon da Bella nos seus quartos da vida real! Reparem que o povo também errou a cor da parede…


Não encontrei mais pra vender (será que é porque o filme é de 1990???) mas, acreditem, a versão em azul ainda está na amazon por “apenas” 400 dólares. Vai encarar?

O resto da casa não parece ter tantos detalhes interessantes quanto o quarto da Bella…

Então, eu usei as imagens do hookedonhouses.net :

 

Apesar do filtro, as paredes parecem ser bem mais azuis… e eu gosto mais dessa cor de madeira do que da que foi usada no quarto dela, contrastando com o azul. E queria mandar um grande “é nóis” para as cortinas em xadrez! E pra toda essa “vibe” que o filme passa!

E pra todo mundo que não ama as tempestades… resistam à vista de ontem (sem filtro, juro!):

 

E vocês, ficaram com vontade de ir visitar Forks novamente?

Tenho a intenção de comentar sobre a casa do Edward e da Bella, que é a minha preferida! Mas sem promessas porque o tempo aqui é curto… Se um dia eu virar vampira e não precisar mais dormir, talvez eu mantenha o blog atualizado!

Obrigada pela visita!

Beijos nossos com foto antes do banho de chuva!

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A primeira viagem em família – Montreal

Por mais que eu tenha passado 30 anos da minha vida sonhando em sair do Brasil, quando isso acontece de fato, não é tão simples quanto parecia ser em teoria. Acostumar com um local novo, por mais lindo que ele seja, é complicado.

Ontário é incrível, certamente. Seguro. Fácil de viver. Foi a nossa primeira opção aqui no Canada ( Tanto que eu mal havia pesquisado sobre o Quebec, já que o nosso processo não nos permitia ir direto pra lá).

Acontece que, um belo dia, quando eu trabalhava em Ajax, num horário de almoco qualquer  eu resolvi colocar “Montreal”  no google. Acreditem, eu mal sabia o que Montreal tinha a oferecer.

Precisei de 30 segundos olhando para aquelas imagens pra me emocionar. Comentei com a minha amiga Roberta (que sempre me levava de carona) e nunca mais tirei a cidade da cabeça.

No final de semana passado, nós finalmente visitamos Montreal.

Foi mágico.

Foi um filme.

Eu senti, finalmente, uma vontade muito grande de pertencer `aquele lugar. Por mais que Ontario fosse linda, nunca teve aconchego ou “cheiro de casa” pra mim. Montreal fez eu me sentir viva, provavelmente por ter mais cara de Brasil -por mais absurdo que isso soe -.

Eu atribuo essa familiaridade ou “cara de brasil” à presença da igreja católica – que é muito marcante – e a alguns outros fatores.  Por mais que nós não frequentemos igreja alguma, essa presença faz as ruas serem muito familiares. Os paralelepípedos no chão da cidade antiga, as possibilidades infinitas e a ausência de monotonia das fachadas tambem me atraem bastante!

Preciso mencionar também que eu achei uma pilha de velharias e uma infinidade de bugigangas – coisas que eu amo infinitamente, assim como o meu sogro! Oi, Sílvio! Olha a polaroid, FUNCIONANDO:

A questão é que sair de casa e abandonar tudo que te e familiar é difícil, mas encontrar uma casa nova não é impossível, mesmo depois dos 30!  E aquele sonho que eu tinha de chegar num lugar e sofrer de um encanto instantâneo se realizou!

Não sei se em algum momento acabaremos indo pra lá ou outro lugar de Quebec, mas foi muito bom cheirar os paralelepípedos e as igrejas! E é, sem dúvida, confortante saber que esse lugar tao encantador fica bem aqui do lado!

As gurias, por sua vez, adoraram o show que a gente conseguiu ver ao vivo da janela do hotel! Depois elas cansaram e resolveram fazer ” pose de modelo ” pras fotos…

Aqui, mais algumas fotos da cidade antiga:

 

Reparem:

Voltaremos, Montreal! Voltaremos!

Até a próxima aventura , povo! Saudades de vocês, sempre!

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O apartamento da Mila Kunis em Amizade Colorida – “Friends with Benefits”

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Estava eu, muito tranquila, dando algumas risadas e assistindo ao Justin Timberlake e a Mila Kunis serem bobinhos em um filme chamado “Amizade Colorida” ou, originalmente “Friends with benefits”, quando eles sentaram nesse sofá azul:

Que coisinha mais aconchegante, mista de moderno e clássico e com cara de eu-quero-morar-aqui que passou a ser esse sofá azul! Amor à primeira vista, com certeza.

Azul (pra mim) é uma cor muito do bem! Ela acalma e é indicada para locais de permanência, fora que também ajuda a controlar o apetite e a ansiedade. Notem que a maioria dos restaurantes de fast food são amarelos e vermelhos:


Mais ou menos por isso eu não entendo porque as pessoas usariam vermelho dentro de casa. De repente elas sao magras. Inclusive, eu conheço  muitos arquitetos que PRECISAM colocar uma parede vermelha, chocante, escandalosa em cada projeto apenas pela audácia de usar o vermelho. Eu acho que eu pulei essa materia na faculdade porque eu sou completamente pastel.

Entao, se você, influenciado pelos projetos de decoração do pinterest, está pensando em pintar aquela parede de casa de vermelha… lembre-se que VERMELHO ENGORDA.

Depois do alerta escadaloso, vamos ao apartamento da Mila (Jamie, no filme):

No apartamento da Jamie existem vários cômodos que eu aprovei completamente e que me fizeram questionar o meu amor infinito pelo set de Gilmore Girls ou The holiday, simplesmente porque a combinação  que ela tráz é um “everything goes” muito bem feito (que significa que tudo combina). Isso não te prende a um estilo muito específico e eu gosto dessa ideia.

Mais ou menos isso também acontece no apartamento da Monica em Friends.

Nesse site aqui eu encontrei fotos profissionais do set. Uma das coisas mais incríveis desse set é  que, mesmo com a iluminação natural, ele continua extremamente aconchegante – coisa que não acontece com a maioria dos sets que passam por aqui, principalmente os da Nancy Meyers, que eu tanto amo.

 

A unidade da casa se dá pela recorrencia do azul pastel e a cor dos móveis de madeira que, mais uma vez, misturam branco, mel e colorido. A partir do momento em que essa mistura é clara, ela fica balanceada, o problema seria ter uma sala completamente clássica com um objeto moderno perdido no meio.

As almofadas e o tapete moderno fazem muito bem esse balanço com os móveis clássicos também!

Aqui, algumas cenas mostrando o outro lado da sala e um pouco da cozinha que ao fundo tem um… banheiro?

 

Ao ver aquele banheiro ali, ficamos todos curiosos com a planta do apartamento – ou eu fiquei!

Depois de pesquisar, concluí que seria algo meio assim:

Faltam algumas janelas e eu marquei ali o lugar de onde as fotos acima teriam sido tiradas! O apartamento da Jamie é  um dos meus preferidos, com certeza e vem recheado de coisas que eu quero implementar na minha casa!

Espero que tenham gostado!

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